Adélia Prado

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Adélia Prado nasceu, cresceu e mora até hoje em Divinópolis, Minas Gerais, mas sua poesia e sua prosa falam para o mundo. “O cotidiano em Divinópolis é igual ao de Hong-Kong, só que vivido em português”, afirma esta que é hoje considerada um dos maiores nomes vivos da poesia brasileira.

“Um fenômeno poético”, definiu Carlos Drummond de Andrade, que, 30 anos atrás, recomendou a publicação de “Bagagem”, livro de estréia da então jovem professora de Divinópolis.

Católica, Adélia encanta plateias ecumênicas com a sensualidade religiosa de seus versos, como neste trecho do poema “Entrevista”:


“Um homem do mundo me perguntou:/ o que você pensa do sexo? / Uma das maravilhas da criação eu respondi./ Ele ficou atrapalhado, porque confunde as coisas / e esperava que eu dissesse maldição, / só porque antes lhe confiara: / o destino do homem é a santidade.” Mas Adélia transcende em verso e prosa, como mostra nos livros “O coração disparado”, “A faca no peito” e “Oráculos de maio” (poesia), e “Cacos para um vitral”, “O homem da mão seca” e “Manuscritos de Felipa” (prosa), entre outros.


Adélia Prado está casada há 46 anos com José. Não por acaso, “a salvação pelo amor” é um dos temas de suas conferências, nas quais fala também sobre “O poder humanizador da poesia” e “o feminino como direção de criação do homem”.

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